O velho enigma apresentado pelo oráculo de Delphos em Édipo Rei: "Decifra-me ou Devoro-te", dizia o oráculo ao confuso Édipo que não se conhecia o suficiente...sábio Sófocles.
Mais sábio ainda meu querido Freud ao extrair daí o Complexo de Édipo, ao explicar nossas escolhas amorosas baseadas na trama de relações familiares, conscientes e inconscientes.
È dificil, ao se conhecer um pouco, negar essa relação escolha-passado-presente-padrões.
Mas o incrível é que esse enigma continua não apenas para o conhecimento de si.
Conhecer e desvendar o outro é um eterno enigma. Principalmente se o outro pouco se conhece.
Em conversa com um grande amigo, cujo nome não posso revelar ou ele corre o risco de ser banido da sociedade masculina por me contar as cafajestices típicas, ao tentar me ajudar a decifrar os enigmas, ele me contou algumas pérolas que valem ser reveladas, e até analisadas:
Um: quando vc sai com um cara e ele não te come logo de primeira, ao contrário, ele se torna quase seu melhor amigo, se mostra um bom ouvinte, gentil, etc... ai, vc pensa: nossa, está interessado! Pois é, meninas...Tudo mentira! Ele só quer garantir a comida do dia seguinte, rs. Verdade!!!!!
Dois: Típico: O cara ta parecendo suuuppperrr envolvido, até fala que tá muito afim de vc e vcs ficam, saem, ficam...Aí ele diz: olha, to com medo de me envover, ta bom demais, tal, etc... e se sai... Claro, vc não entende. Entenda: ele só quer sair de bom, levantar sua auto-estima e garantir a marmita de vez em quando.
E tem mais um bando de coisas que ele me fala e q a gente já sabia, mas não tinha coragem de admitir, mas o fato é que eu continuo na minha eterna pesquisa: O que é o amor?
O que faz um casal? sintoma, sim, caro Freud, concordo.
E o que mais?
O que faz durar?
O que é durar?
enfim...
Quem souber me avisa.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Velha Angs.
A angústia é uma sensação física
que me tira o ar
aperta o peito
dá nó no estômago e me deixa sem palavras
e sem humor :(
Só Frontal e meditação...
que me tira o ar
aperta o peito
dá nó no estômago e me deixa sem palavras
e sem humor :(
Só Frontal e meditação...
Resiliência
Depois do aeroporto vim pra casa
para constatar o deserto da sua ausência.
Gosto de provocar minha dor ao máximo
pra ver o quanto eu a suporto...
para constatar o deserto da sua ausência.
Gosto de provocar minha dor ao máximo
pra ver o quanto eu a suporto...
Ficar ou não ficar?
FICAR OU NÃO FICAR?
É assim...
Você está lá, na vida – “live in La vida loka” – curtindo muiiitooo ser solteiro depois de mais uma relação amorosa que vinha desgastada e você se perguntava se não era hora de sair e curtir a vida e sua liberdade.
Até que você fica solteiro de novo e pode, finalmente, sair por ai...sem ter que dar satisfações, pode dormir até tarde sem ninguém te esperando pra compartilhar nada, pode olhar pras pessoas interessantes na rua e paquerar livremente, pode beijar muiitooo e fazer sexo casual sem precisar sequer lembrar o nome da pessoa depois...Tudo isso dá uma sensação de euforia maravilhosa, onde você afirma: “Ufa! Essa é a vida que eu quero! Assim eu sou livre.”
Então você está lá começando mais uma das suas noitadas loucas e maravilhosas do gênero “Jamais dormirei” (hahaha) e de repente você vê AQUELA pessoa : Huuummm...sempre quis ficar com ele...delícia...tem cara de ser maior gostoso...
Você vai cumprimentar (óbvio!!!) e ele avisa logo: Tô solteiro! (aff, não acredito!) É, eu também, risinhos aliviados... Que ótimo. Certamente é a hora de matar aquele tesão antigo!
Vocês ficam – uma loucura como deveria ser! O beijo, nossa, era isso mesmo que eu imaginava – aquela sensação de adrenalina, do jeito que eu gosto e o jeito como ele me pega e me olha... Caralho, agora fudeu! Tem que rolar tudo...
Mas não é assim...Não com ele.
Por alguma razão não é um sexo casual...nem dá pra dar logo de cara...
Então vocês saem: tudo aquilo que as pessoas fazem quando estão interessadas: cinema, jantar, vinho, mil conversas interessantes sobre a vida e – que estranho: confidências... uma intimidade diferente...
E você começa a perceber como é boa aquela companhia e que você quer mais...
Naturalmente os encontros vão rolando e quando vocês passam a primeira noite juntos ( já mudou o status de primeira transa pra primeira noite, porque não tem como sair do lado dele depois disso, eu simplesmente não quero que ele me solte, e ele dorme abraçado comigo a noite inteira...bem, parece que ele também não quer me soltar...) de novo sua teoria se confirma: “Caralho, agora fudeu!” Fudeu porque é mesmo tão bom como eu imaginava e mais que isso... fudeu porque a gente tem um entendimento diferente, fudeu porque não é só a química que é maravilhosa, fudeu porque eu posso me apaixonar!
Porque na verdade é bom pra caralho, tem uma química louca e recíproca e vai além... Porque nesses dias que precederam a primeira noite tiveram momentos de troca – uma troca que transcende a química – troca intelectual, troca de percepções sobre o outro, e de repente você começa a conhecer certos detalhes (são eles que encantam uma relação) do tipo: “-Nossa, ele tem um jeito de rir tão bonito quando gosta de uma coisa...ele ri pra ele... Que jeito lindo de criança, ele é sensível...(não parece...)ele é frágil também...e muitas outras coisas...que só dá pra perceber num encontro especial, que transcende o físico...
E vocês começam a se ver mais e os afetos vão surgindo...
Até que vocês – solteiros convictos- chegam a um impasse interno: “-Tá bom demais, mas que que eu vou fazer com isso?”
Bem há duas opções:
Posso correr – sair fora- ir pra bem longe de uma possibilidade de relação; até porque eu já sei que esse negócio de se relacionar dá um trabalho da porra e depois, se isso acontecer, o que será da minha vida de solteiro?
Por outro lado, você fica se perguntando:
Cara, tá tudo tão bom, penso nele pra cacete, quando ele não tá o cheiro dele continua na minha pele, é incrível! – Pra que porra eu vou deixar isso acabar?
Os conflitos são reais!
Relação a dois é, certamente, um dos maiores desafios que há nessa vida de meu deus...
Relação é sinônimo de trabalho e não é só trabalho físico, é psíquico.
Quando eu vivo uma relação eu me espelho no outro, tenho acesso a minha sombra e minha luz, vem a tona o melhor e o pior de mim... A boa relação é a que provoca isso e dá trabalho porque faz a gente se conhecer melhor e se dar conta de um monte de coisas que nem sempre são agradáveis.
A boa relação é aquela que a gente pode se abrir de um jeito que quase nunca faz... É aquela que provoca a transformação do fogo.
E isso dá um medo enorme...
“Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava...”
O fato é que “Aquele ficante” pode ser uma boa possibilidade de amor.
E a gente costuma ter muita dificuldade de lidar com as possibilidades de amor – exatamente por saber que ela é a única chance da gente se conhecer melhor, se tornar uma pessoa melhor e ser mais feliz. O verdadeiro amor é o que liberta.
Adriana Balaguer; Final de Dezembro 08; solteira em SSA.
É assim...
Você está lá, na vida – “live in La vida loka” – curtindo muiiitooo ser solteiro depois de mais uma relação amorosa que vinha desgastada e você se perguntava se não era hora de sair e curtir a vida e sua liberdade.
Até que você fica solteiro de novo e pode, finalmente, sair por ai...sem ter que dar satisfações, pode dormir até tarde sem ninguém te esperando pra compartilhar nada, pode olhar pras pessoas interessantes na rua e paquerar livremente, pode beijar muiitooo e fazer sexo casual sem precisar sequer lembrar o nome da pessoa depois...Tudo isso dá uma sensação de euforia maravilhosa, onde você afirma: “Ufa! Essa é a vida que eu quero! Assim eu sou livre.”
Então você está lá começando mais uma das suas noitadas loucas e maravilhosas do gênero “Jamais dormirei” (hahaha) e de repente você vê AQUELA pessoa : Huuummm...sempre quis ficar com ele...delícia...tem cara de ser maior gostoso...
Você vai cumprimentar (óbvio!!!) e ele avisa logo: Tô solteiro! (aff, não acredito!) É, eu também, risinhos aliviados... Que ótimo. Certamente é a hora de matar aquele tesão antigo!
Vocês ficam – uma loucura como deveria ser! O beijo, nossa, era isso mesmo que eu imaginava – aquela sensação de adrenalina, do jeito que eu gosto e o jeito como ele me pega e me olha... Caralho, agora fudeu! Tem que rolar tudo...
Mas não é assim...Não com ele.
Por alguma razão não é um sexo casual...nem dá pra dar logo de cara...
Então vocês saem: tudo aquilo que as pessoas fazem quando estão interessadas: cinema, jantar, vinho, mil conversas interessantes sobre a vida e – que estranho: confidências... uma intimidade diferente...
E você começa a perceber como é boa aquela companhia e que você quer mais...
Naturalmente os encontros vão rolando e quando vocês passam a primeira noite juntos ( já mudou o status de primeira transa pra primeira noite, porque não tem como sair do lado dele depois disso, eu simplesmente não quero que ele me solte, e ele dorme abraçado comigo a noite inteira...bem, parece que ele também não quer me soltar...) de novo sua teoria se confirma: “Caralho, agora fudeu!” Fudeu porque é mesmo tão bom como eu imaginava e mais que isso... fudeu porque a gente tem um entendimento diferente, fudeu porque não é só a química que é maravilhosa, fudeu porque eu posso me apaixonar!
Porque na verdade é bom pra caralho, tem uma química louca e recíproca e vai além... Porque nesses dias que precederam a primeira noite tiveram momentos de troca – uma troca que transcende a química – troca intelectual, troca de percepções sobre o outro, e de repente você começa a conhecer certos detalhes (são eles que encantam uma relação) do tipo: “-Nossa, ele tem um jeito de rir tão bonito quando gosta de uma coisa...ele ri pra ele... Que jeito lindo de criança, ele é sensível...(não parece...)ele é frágil também...e muitas outras coisas...que só dá pra perceber num encontro especial, que transcende o físico...
E vocês começam a se ver mais e os afetos vão surgindo...
Até que vocês – solteiros convictos- chegam a um impasse interno: “-Tá bom demais, mas que que eu vou fazer com isso?”
Bem há duas opções:
Posso correr – sair fora- ir pra bem longe de uma possibilidade de relação; até porque eu já sei que esse negócio de se relacionar dá um trabalho da porra e depois, se isso acontecer, o que será da minha vida de solteiro?
Por outro lado, você fica se perguntando:
Cara, tá tudo tão bom, penso nele pra cacete, quando ele não tá o cheiro dele continua na minha pele, é incrível! – Pra que porra eu vou deixar isso acabar?
Os conflitos são reais!
Relação a dois é, certamente, um dos maiores desafios que há nessa vida de meu deus...
Relação é sinônimo de trabalho e não é só trabalho físico, é psíquico.
Quando eu vivo uma relação eu me espelho no outro, tenho acesso a minha sombra e minha luz, vem a tona o melhor e o pior de mim... A boa relação é a que provoca isso e dá trabalho porque faz a gente se conhecer melhor e se dar conta de um monte de coisas que nem sempre são agradáveis.
A boa relação é aquela que a gente pode se abrir de um jeito que quase nunca faz... É aquela que provoca a transformação do fogo.
E isso dá um medo enorme...
“Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava...”
O fato é que “Aquele ficante” pode ser uma boa possibilidade de amor.
E a gente costuma ter muita dificuldade de lidar com as possibilidades de amor – exatamente por saber que ela é a única chance da gente se conhecer melhor, se tornar uma pessoa melhor e ser mais feliz. O verdadeiro amor é o que liberta.
Adriana Balaguer; Final de Dezembro 08; solteira em SSA.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Homenagem Rodrigueana
Grace era uma moça séria. Seríssima. Nunca tinha amado ninguém além do seu marido. batata!
Ele, Jorge, por sua vez, era muito calmo, pacato, ia do trabalho pra casa, de casa para o trabalho, exceto nos dias de FlaFlu, quando ia com seu irmão, Jonas, ao maracanã, tomava uma, somente uma cerveja e voltava para casa, pros braços de Grace, mulher dos seus sonhos.
Desde pequeno era apaixonado por Grace. Eram vizinhos, cresceram juntos.
Grace sempre foi linda, branca, pálida, quase etérea.
A janela do quarto de Grace dava pro banheiro de Jorge e ele sempre pensou em como seria olha-la pela fresta, mas nunca teve coragem.
Sempre imaginou-a nua, branca, quase cor de rosa, mas nunca ousou olha-la.
Vinte anos depois, após sonhar com ela diariamente, tocou em sua casa e pediu-lhe a mão.
Grace jamais imaginara que aquele rapaz sério, que nunca a olho-la nos olhos, poderia pedir-lhe em casamento.
Até desconfiava do seu olhar pela fresta da janela, pois sempre tinha a sensação de ser olhada, mas nunca pensou que ele a amava.
Extremamente lisongeada, aceitou e sonhou numa casa com geladeira amarela e vasos de cristal.
Um mês depois se deu o casório, simples mas muito delicado e com deliciosos salgados.
Jonas, o irmão de Jorge, viera especialmente dos Estados Unidos, onde estava há 5 anos, para abençoar a união.
Assim foi feito. Muito feliz, Grace não conseguia pensar em nada, além da sua casinha e seus vasos de cristal.
Jonas porém tomou um susto ao olhar os olhos de Grace e lembrar que cansou de ve-la tomando banho e como sonhava com ela... Jorge nem sequer desconfiava.
No dia seguinte a festa de casamento Jonas foi a casa do noivos para despedir-se.
Ding-dong
Grace: Olá Jonas, como vai? ah, o Jorge foi na padaria comprar uns pães quentinhos, porque não fica para lanchar conosco?
Jonas: ah..Certo, mas... amanhã estou de volta á América...gostaria de dar uma volta pela vizinhança para despedir-me. Me acompanha?
G: sim, porque não? só vou pegar minha sombrinha... certo, vamos.
Enquanto andavam pela vizinhança Grace era capaz de sentir a respiração de Jonas.
Sentia, exalando dele, um cheiro forte que nunca tinha sentido antes. Que será isso?
Esse calor, essa ansiedade...
Permitiu-se roçar levemente seu braço e, logo após, segurar sua mão.
Jonas tentou esquivar-se, mas não conseguiu, queria aquilo há tanto tempo...
Em meio ao desejo e ao susto daquele turbilhão de emoções até então inexistentes, Grace tomou Jonas pelos pulso, segurou sua nuca e deu-lhe um beijo intenso e molhado.
Começou a tira a blusa de seda branca, quando Jonas tentou impedi-la lembrando que era seu cunhado.
Porém ele também não podia se controlar.
Tentando tomar uma atitude honrosa, segurou Grace pelos braços, e afirmou-lhe: está bem, mas apenas desta vez!
E Grace concordou, pois sabia que se ele a provasse uma vez jamais a deixaria.
Grace era uma moça séria. Seríssima. Nunca tinha amado ninguém além do seu marido. batata!
Ele, Jorge, por sua vez, era muito calmo, pacato, ia do trabalho pra casa, de casa para o trabalho, exceto nos dias de FlaFlu, quando ia com seu irmão, Jonas, ao maracanã, tomava uma, somente uma cerveja e voltava para casa, pros braços de Grace, mulher dos seus sonhos.
Desde pequeno era apaixonado por Grace. Eram vizinhos, cresceram juntos.
Grace sempre foi linda, branca, pálida, quase etérea.
A janela do quarto de Grace dava pro banheiro de Jorge e ele sempre pensou em como seria olha-la pela fresta, mas nunca teve coragem.
Sempre imaginou-a nua, branca, quase cor de rosa, mas nunca ousou olha-la.
Vinte anos depois, após sonhar com ela diariamente, tocou em sua casa e pediu-lhe a mão.
Grace jamais imaginara que aquele rapaz sério, que nunca a olho-la nos olhos, poderia pedir-lhe em casamento.
Até desconfiava do seu olhar pela fresta da janela, pois sempre tinha a sensação de ser olhada, mas nunca pensou que ele a amava.
Extremamente lisongeada, aceitou e sonhou numa casa com geladeira amarela e vasos de cristal.
Um mês depois se deu o casório, simples mas muito delicado e com deliciosos salgados.
Jonas, o irmão de Jorge, viera especialmente dos Estados Unidos, onde estava há 5 anos, para abençoar a união.
Assim foi feito. Muito feliz, Grace não conseguia pensar em nada, além da sua casinha e seus vasos de cristal.
Jonas porém tomou um susto ao olhar os olhos de Grace e lembrar que cansou de ve-la tomando banho e como sonhava com ela... Jorge nem sequer desconfiava.
No dia seguinte a festa de casamento Jonas foi a casa do noivos para despedir-se.
Ding-dong
Grace: Olá Jonas, como vai? ah, o Jorge foi na padaria comprar uns pães quentinhos, porque não fica para lanchar conosco?
Jonas: ah..Certo, mas... amanhã estou de volta á América...gostaria de dar uma volta pela vizinhança para despedir-me. Me acompanha?
G: sim, porque não? só vou pegar minha sombrinha... certo, vamos.
Enquanto andavam pela vizinhança Grace era capaz de sentir a respiração de Jonas.
Sentia, exalando dele, um cheiro forte que nunca tinha sentido antes. Que será isso?
Esse calor, essa ansiedade...
Permitiu-se roçar levemente seu braço e, logo após, segurar sua mão.
Jonas tentou esquivar-se, mas não conseguiu, queria aquilo há tanto tempo...
Em meio ao desejo e ao susto daquele turbilhão de emoções até então inexistentes, Grace tomou Jonas pelos pulso, segurou sua nuca e deu-lhe um beijo intenso e molhado.
Começou a tira a blusa de seda branca, quando Jonas tentou impedi-la lembrando que era seu cunhado.
Porém ele também não podia se controlar.
Tentando tomar uma atitude honrosa, segurou Grace pelos braços, e afirmou-lhe: está bem, mas apenas desta vez!
E Grace concordou, pois sabia que se ele a provasse uma vez jamais a deixaria.
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